quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
NORMOSE - A doença de ser normal
Todo mundo quer se encaixar num padrão.
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma
que está passando por algum problema. Quem não se "normaliza", quem não se
encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os
outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e
outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre
nossas vidas?
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou
assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença"
através de modelos de comportamento amplamente divulgados.
A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não
se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato?
Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão
chegar?
Então, como aliviar os sintomas desta doença?
Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as
regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e
arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não
passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude.
E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos
mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e
sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar
máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E
se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos
homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e
felizes.
Michel Schimidt
Psicoterapeuta
Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido.
Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma
que está passando por algum problema. Quem não se "normaliza", quem não se
encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os
outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e
outras manifestações de não enquadramento.
A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós?
Quem são esses ditadores de comportamento que "exercem" tanto poder sobre
nossas vidas?
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou
assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença"
através de modelos de comportamento amplamente divulgados.
A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não
se precisa ser. Você precisa de quantos pares de sapato?
Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão
chegar?
Então, como aliviar os sintomas desta doença?
Um pouco de auto-estima basta.
Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as
regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e
arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não
passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude.
E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos
mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e
sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar
máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E
se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos
homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e
felizes.
Michel Schimidt
Psicoterapeuta
quinta-feira, 15 de março de 2012
Os malefícios da fofoca
Boatos, inverdades e polêmicas. Estes são fatores que infectam o ambiente de trabalho e prejudicam a produtividade de uma organização. Historicamente, os fofoqueiros sempre estiveram presentes em qualquer empresa, independente do porte, segmento ou atuação. Com a exigência cada vez maior de postura profissional, este perfil vem diminuindo, mas ainda existe.
O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.
“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.
A pessoa que se promove por meio de fofocas geralmente quer atenção e se concentra em malefícios de terceiros para que possa se promover. Normalmente é inseguro, e precisa denegrir o outro para obter sucesso. “Costumo dizer que, quem fala de um, fala de todos. É só uma questão de oportunidade. Existe o fofoqueiro ativo e o passivo; aquele que faz o comentário e aquele que é condizente e escuta sempre”.
Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o que e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.
Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”.
Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”.
Existe uma linha muito tênue entre um simples comentário e uma fofoca e tudo irá depender da intenção e interpretação de ambas as partes. Quando falamos do conteúdo de uma mensagem, dependerá de quem a está emitindo e também recebendo. É recomendável também que a pessoa saiba o que e para quem falar sobre determinado assunto. A má interpretação dos fatos pode fazer com que o grupo todo se volte contra este profissional, dependendo de como a mensagem foi transmitida.
Uma das formas de evitar que informações se tornem fofoca é não emitir opiniões sobre os pares sem que estas pessoas saibam. Se for envolver o nome de outros indivíduos, o interessante é que eles estejam sempre cientes de sua posição. A maturidade e postura profissional também são fundamentais. “Caso saiba de algum boato sobre sua pessoa, o indicado é o funcionário saber selecionar o que realmente é verdade e evitar levar um sentimento de raiva ou vingança, pois, muitas vezes, o fofoqueiro foi quem distorceu o comentário antes de chegar a seu ouvido”.
Quando há um ambiente de fofoca muito grande no ambiente de trabalho, com certeza, as pessoas envolvidas não estão focadas em suas atividades. Muitas vezes, o fofoqueiro utiliza de seus artifícios para se beneficiar de alguma maneira e não está concentrado no resultado da equipe como um todo. “Mais de 80% das demissões ocorrem por problemas de conduta e não por falta de capacitação técnica”.
Postura do líder
O gestor é responsável pelo comportamento ético de seus liderados e sempre deve ter a postura de minimizar conflitos. Ele tem a obrigação moral de intervir se tomar conhecimento de inverdades circulando perante o grupo. Deve também administrar o ambiente e evitar que se propague o clima de mentiras e fofocas.
“O líder precisa conquistar a liberdade de conversar com todos da equipe e, ao identificar o fofoqueiro, deve saber trabalhar com o comportamento deste indivíduo para minar este hábito”. É papel do líder identificar rumores logo no início e combatê-los para não se propagarem perante seus subordinados.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
3 passos para causar uma boa impressão nos clientes
Conseguir um espaço na agenda de um potencial cliente não é tarefa simples, portanto o tempo conquistado deve ser muito bem aproveitado. O principal objetivo é fazer com que o interlocutor se interesse o suficiente pelo seu negócio para que abra espaço para outras conversas.
O segredo para uma boa apresentação é dispensar folhetos e Power Point e ouvir atentamente o que o cliente tem a dizer em vez de soterrá-lo com informações. Confira, a seguir, três dicas para causar uma boa impressão e aumentar as chances de fechar negócio no futuro:
1. Vista-se da maneira apropriada
Nem tão imponente que possa ofuscar o cliente, nem tão informal que possa soar desleixado. Na hora de se vestir para uma reunião de negócios, busque um equilíbrio, um meio termo entre esses extremos. “Você não pode aparecer mais que o cliente. Calça social, camisa, e paletó, em geral, é uma boa combinação”. É importante, contudo, levar em conta o ambiente que será visitado e tentar adaptar-se a ele. “Se a empresa for muito formal, a gravata pode ter necessária. Se o cliente é uma agência de criação, cheia de pessoas alternativas, uma calça verde xadrez não será demais”.
2. Deixe o Power Point de lado
Levar folhetos em baixo do braço ou abrir um Power Point no meio da conversa é uma péssima idéia. “O poder só fala com o poder. Se você chega com um folheto na mão, você se coloca em um nível abaixo do interlocutor”. “Esse material vai parar em uma pilha de papéis e vai acabar sendo descartado no lixo”. A melhor maneira de conduzir a conversa é entender as potenciais necessidades do cliente para só depois tentar propor soluções que realmente se apliquem a elas.
3. Entre em sintonia com o interlocutor
A melhor maneira de criar uma ponte com o seu interlocutor é entender como ele age, fala e pensa e entrar em sintonia com o seu comportamento. “Cumprimente a pessoa e depois fique quieto, observando a sua reação. Tente emular sua maneira de falar, o tom de voz. As pessoas se identificam mais com os seus iguais“.
A identificação não deve parar na forma: é importante que o conteúdo tenha apelo para o cliente. Para isso, é preciso identificar os valores que norteiam as decisões do interlocutor para que eles sejam incorporados ao seu discurso.
Propõe-se um exercício para ilustrar como funciona o processo: “Imagine que você quer convidar uma pessoa para ir ao cinema e você quer assistir um filme do Stallone. Antes de tentar ‘vender’ sua escolha, faça algumas perguntas para entender melhor o gosto desta pessoa. Pergunte qual foi o último filme de que gostou e por que. Suponha que seja a história de um casal que se apaixona, mas um deles descobre ter uma terrível doença terminal. Com isto em mente, ao apresentar o dito filme do Stallone, ressalte os aspectos que remetem ao romance e ao drama na trama, deixando os elementos de violência e ação de lado. Suas chances de convencer o interlocutor a pelo menos entrar na sala do cinema aumentam muito”.
O segredo para uma boa apresentação é dispensar folhetos e Power Point e ouvir atentamente o que o cliente tem a dizer em vez de soterrá-lo com informações. Confira, a seguir, três dicas para causar uma boa impressão e aumentar as chances de fechar negócio no futuro:
1. Vista-se da maneira apropriada
Nem tão imponente que possa ofuscar o cliente, nem tão informal que possa soar desleixado. Na hora de se vestir para uma reunião de negócios, busque um equilíbrio, um meio termo entre esses extremos. “Você não pode aparecer mais que o cliente. Calça social, camisa, e paletó, em geral, é uma boa combinação”. É importante, contudo, levar em conta o ambiente que será visitado e tentar adaptar-se a ele. “Se a empresa for muito formal, a gravata pode ter necessária. Se o cliente é uma agência de criação, cheia de pessoas alternativas, uma calça verde xadrez não será demais”.
2. Deixe o Power Point de lado
Levar folhetos em baixo do braço ou abrir um Power Point no meio da conversa é uma péssima idéia. “O poder só fala com o poder. Se você chega com um folheto na mão, você se coloca em um nível abaixo do interlocutor”. “Esse material vai parar em uma pilha de papéis e vai acabar sendo descartado no lixo”. A melhor maneira de conduzir a conversa é entender as potenciais necessidades do cliente para só depois tentar propor soluções que realmente se apliquem a elas.
3. Entre em sintonia com o interlocutor
A melhor maneira de criar uma ponte com o seu interlocutor é entender como ele age, fala e pensa e entrar em sintonia com o seu comportamento. “Cumprimente a pessoa e depois fique quieto, observando a sua reação. Tente emular sua maneira de falar, o tom de voz. As pessoas se identificam mais com os seus iguais“.
A identificação não deve parar na forma: é importante que o conteúdo tenha apelo para o cliente. Para isso, é preciso identificar os valores que norteiam as decisões do interlocutor para que eles sejam incorporados ao seu discurso.
Propõe-se um exercício para ilustrar como funciona o processo: “Imagine que você quer convidar uma pessoa para ir ao cinema e você quer assistir um filme do Stallone. Antes de tentar ‘vender’ sua escolha, faça algumas perguntas para entender melhor o gosto desta pessoa. Pergunte qual foi o último filme de que gostou e por que. Suponha que seja a história de um casal que se apaixona, mas um deles descobre ter uma terrível doença terminal. Com isto em mente, ao apresentar o dito filme do Stallone, ressalte os aspectos que remetem ao romance e ao drama na trama, deixando os elementos de violência e ação de lado. Suas chances de convencer o interlocutor a pelo menos entrar na sala do cinema aumentam muito”.
É claro que o exercício acima é apenas uma simplificação. Compreender os valores de um cliente – o que ele realmente busca e aprecia em um produto ou serviço – é bem mais complexo. Mas o caminho para chegar lá é parecido: faça perguntas e procure ouvir mais do que falar.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
COMO SER CRIATIVO
A criatividade não é um dom especial que só algumas pessoas possuem.
Você pode desenvolver sua criatividade se buscar continuamente a informação sobre tudo que o cerca, se tiver sensibilidade para todas as coisas que acontecem à sua volta e curiosidade para descobrir o que se esconde nas aparências dos fatos, dos objetos, das pessoas.
A inspiração, o "click", é o resultado final de muita leitura, observação e análise. A inspiração é o momento em que o arquivo mental entra em ação e abre-se uma gaveta com uma grande idéia. Para que esta gaveta se abra, o arquivo tem que ser abastecido.
Aproveitando as idéias do professor Whitt N. Schultz , da Universidade de Buffalo nos Estados Unidos , famosa por seus cursos de criatividade, veja abaixo algumas dicas:
1. Saiba que há um tesouro em sua cabeça.
10. Compreenda primeiro. Depois julgue.
11. Mantenha o sinal verde de sua mente sempre ligado, sempre aberto.
12. Procure ter uma atitude positiva e otimista. Isso ajuda você a realizar seus objetivos.
13. Pense todos os dias. Escolha uma hora e um lugar para pensar alguns minutos, todos os dias.
14. Descubra o problema. Ataque seus problemas com maneiras ordenadas. Uma delas é descobrir qual é realmente o problema, senão você não vai achar a solução.
15. Construa GRANDES idéias a partir de pequenas.
16. Evite coisas que enfraqueçam o cérebro:
Você pode desenvolver sua criatividade se buscar continuamente a informação sobre tudo que o cerca, se tiver sensibilidade para todas as coisas que acontecem à sua volta e curiosidade para descobrir o que se esconde nas aparências dos fatos, dos objetos, das pessoas.
A inspiração, o "click", é o resultado final de muita leitura, observação e análise. A inspiração é o momento em que o arquivo mental entra em ação e abre-se uma gaveta com uma grande idéia. Para que esta gaveta se abra, o arquivo tem que ser abastecido.
Aproveitando as idéias do professor Whitt N. Schultz , da Universidade de Buffalo nos Estados Unidos , famosa por seus cursos de criatividade, veja abaixo algumas dicas:
1. Saiba que há um tesouro em sua cabeça.
2. Todo dia escreva pelo menos uma idéia, sobre estes assuntos: como eu posso fazer meu trabalho melhor; como eu poderia ajudar outras pessoas; como eu posso ajudar minha empresa; como eu posso ajudar o meu país.
3. Escreva seus objetivos específicos de vida.
4. Faça anotações. Não saia sem papel e lápis ou algo para escrever. Anote tudo, não confie na memória.
5. Armazene idéias. Coloque em cada pasta um assunto. Idéias para a casa, para aumentar a sua eficiência no trabalho, para ganhar mais dinheiro. E vá aumentando este banco de dados através de leitura, viagens, conhecimento com novas pessoas, filmes, competições esportivas etc.
6. Observe e absorva. Observe tudo cuidadosamente. Aproveite o que você observa. E principalmente, observe tudo como se fosse a última vez que você fosse ver.
7. Desenvolva uma forte curiosidade sobre pessoas, coisas, lugares. Ao falar com outra pessoa faça com que ela se sinta importante.
8. Aprenda a escutar e ouvir, tanto com os olhos quanto com os ouvidos. Perceba o que não foi dito.
9. Descubra novas fontes de idéias.
3. Escreva seus objetivos específicos de vida.
4. Faça anotações. Não saia sem papel e lápis ou algo para escrever. Anote tudo, não confie na memória.
5. Armazene idéias. Coloque em cada pasta um assunto. Idéias para a casa, para aumentar a sua eficiência no trabalho, para ganhar mais dinheiro. E vá aumentando este banco de dados através de leitura, viagens, conhecimento com novas pessoas, filmes, competições esportivas etc.
6. Observe e absorva. Observe tudo cuidadosamente. Aproveite o que você observa. E principalmente, observe tudo como se fosse a última vez que você fosse ver.
7. Desenvolva uma forte curiosidade sobre pessoas, coisas, lugares. Ao falar com outra pessoa faça com que ela se sinta importante.
8. Aprenda a escutar e ouvir, tanto com os olhos quanto com os ouvidos. Perceba o que não foi dito.
9. Descubra novas fontes de idéias.
10. Compreenda primeiro. Depois julgue.
11. Mantenha o sinal verde de sua mente sempre ligado, sempre aberto.
12. Procure ter uma atitude positiva e otimista. Isso ajuda você a realizar seus objetivos.
13. Pense todos os dias. Escolha uma hora e um lugar para pensar alguns minutos, todos os dias.
14. Descubra o problema. Ataque seus problemas com maneiras ordenadas. Uma delas é descobrir qual é realmente o problema, senão você não vai achar a solução.
15. Construa GRANDES idéias a partir de pequenas.
16. Evite coisas que enfraqueçam o cérebro:
barulho, fadiga, negativismo, dietas desequilibradas, excessos em geral.
17. Crie grandes metas. Grandes objetivos.
18. Aprenda a fazer perguntas que desenvolvam o seu cérebro: Quem, Quando, Onde, O quê, Por quê, Qual, Como.
19. Coloque as idéias em ação. Lembre-se de que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande idéia arquivada.
20. Use o seu tempo ocioso com sabedoria.
17. Crie grandes metas. Grandes objetivos.
18. Aprenda a fazer perguntas que desenvolvam o seu cérebro: Quem, Quando, Onde, O quê, Por quê, Qual, Como.
19. Coloque as idéias em ação. Lembre-se de que uma idéia razoável colocada em ação é muito melhor que uma grande idéia arquivada.
20. Use o seu tempo ocioso com sabedoria.
Fonte: www.bestreader.com.br
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Oswaldinho do Acordeon grava música do maestro Washington de Jucás-CE
O músico Oswaldinho do Acordeon, internacionalmente conhecido pela sua classe e musicalidade com a sanfona, gravou uma música do maestro Washington Luiz no seu novo CD.Ao participar de um curso no início de 2011 em São Paulo, o maestro e professor da Casa de Música Raimundo Custódio de Jucás, o Sr. Washington Luiz, conheceu vários músicos e ampliou suas possibilidades como músico instrumental. Uma dessas possibilidades foi seu reencontro com o músico Oswaldinho do Acordeon. “Eu havia repassado a partitura da música, mas nunca pensei que seria tão rápido, porque pouco tempo depois o Oswaldinho me liga e pergunta se ele poderia gravar minha música. Pra mim foi uma honra. No entanto, alguns dias depois ele liga de novo perguntando se eu não queria fazer uma participação na música e mais uma vez o Oswaldinho me surpreendeu”, explicou o maestro.
O CD “Forró Chorado” foi lançado no Ceará no mês de setembro, durante o aniversário do também músico, Waldonys, e a convite de Oswaldinho, nosso maestro participou da festa. A música “Oswaldinho no choro” do maestro Washington Luiz divide composições no CD com grandes nomes da música popular brasileira, como Sivuca, Zé Dantas, Luiz Gonzaga e Gilberto Gil, dessa forma, podemos avaliar a responsabilidade e a credibilidade do maestro.
Washington compôs a música e fez participação na mesma tocando saxofone. Após ver o cd pronto o maestro se entusiasmou. “Tenho várias composições prontas, choro, baião, valsa, enfim, a partir de agora irei divulgar essas músicas”, revelou o maestro, pensando em projetos para o futuro.
No encarte do CD, Oswaldinho fez um honroso agradecimento ao maestro, como prova de sua humildade, citando que o mesmo veio de Jucás, no Ceará, com seu saxofone especialmente para dar um toque peculiar à música.
TEXTO EXTRAÍDO DO SITE www.prefeituradejucas.ce.gov.br
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
TPM
Conhecida por Síndrome de Tensão Pré-menstrual, a TPM é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na vida da mulher.
A TPM é uma desordem neuropsicoendócrina com sintomas que afetam a mulher na esfera biológica, psicológica e social.
A tendência hoje é acreditar que a função fisiológica do ovário seja o gatilho que dispara os sintomas da síndrome alterando a atividade da serotonina (neurotransmissor) em nível de sistema nervoso central.
O tratamento depende da severidade dos sintomas e incluem modificações alimentares, comportamentais e tratamentos medicamentosos.
Os sintomas mais comuns incluem, por ordem de freqüência:
- Desconforto Abdominal;
- Mastalgia (dor ou aumento da sensibilidade das mamas);
- Cefaléia (dor de cabeça);
- Fadiga;
- Irritabilidade (nervosismo);
- Tensão;
- Humor deprimido;
- Aumento do apetite;
- Esquecimento e dificuldade de concentração;
- Acne;
- Hipersensibilidade aos estímulos;
- Raiva;
- Choro fácil;
- Calorões;
- Palpitações;
- Tonturas;
- Desejos por alguns alimentos como chocolates, doces e comidas salgadas;
- Retenção de líquidos (inchaço ou dor nas pernas);
- Depressão (com sensação de desvalia, distúrbio do sono, dificuldade de concentração;
- Ansiedade (alteração do humor com sentimentos de hostilidade e raiva)
O tratamento medicamentoso inclui o manejo específico de cada sintoma e deve ser individualizado. A maioria dos tratamentos medicamentosos propostos não se mostraram mais eficazes do que tratamentos placebo (progesterona, espironolactona, óleo de prímula e vitaminas B6 e E, ingestão de cálcio e magnésio). A fluoxetina foi a única droga que mostrou eficácia, entretanto foi aprovada pelo FDA apenas para PMDD (Forma mais severa de TPM, com prevalência dos sintomas de raiva, irritabilidade e tensão).
Medidas preventivas:
| orientação: explicar que a TPM não é grave e que os sintomas podem variar a cada ciclo; | |
| modificações alimentares com diminuição da gordura, sal, açúcar e cafeína (café, chá, bebidas a base de colas); | |
fracionamento das refeições; | |
dieta com boas fontes de cálcio (leite e iogurte desnatado) e magnésio (espinafre); diminuição da ingestão de álcool; | |
parar de fumar; | |
fazer exercícios regulares (aeróbicos: 20 minutos 3 vezes por semana); | |
manejar o estresse. TEXTO EXTRAÍDO DO SITE ABC DA SAÚDE |
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
A QUALIDADE ÍMPAR
Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal. Figuras como o Raul.
Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu.
O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.
Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.
E quem era o chefe do Pena? O Raul.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava..
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.
O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava..
Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.
Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o Vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul.
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:...
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:...
ELE ENTENDIA DE GENTE!
Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos. E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:
“Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele.
"Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes".
Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert e todo pintor comum, um gênio. Essa era a principal competência dele.
"Há grandes Homens que fazem com que todos se sintam pequenos. Mas, o verdadeiro Grande Homem é aquele que faz com que todos se sintam Grandes".
TEXTO DE Max Gehringer
quinta-feira, 21 de julho de 2011
"VIVER OU JUNTAR DINHEIRO?"
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.
Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.
"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"
Que tal um cafezinho?
TEXTO ESCRITO POR MAX GEHRINGER
quarta-feira, 20 de julho de 2011
DIA DO AMIGO
Hoje, 20 de Julho, é dia do amigo. Uma data pra lá de especial. Aniversário do amigo, do irmão, data que sempre rende homenagens aos amigos, eternos amigos.
Há um texto que considero belíssimo e verdadeiro nesta data, escrito por Paulo Sant'Ana, leia aqui:
Uma reflexão é fundamental nesta data:
Podemos ser amigos no trabalho e nos negócios?
Ser amigo e ter amigos é fundamental na existência do ser humano. Impossível dizer que não irá acontecer nos negócios e no trabalho. Alguns cuidados são fundamentais.
No trabalho
Fazer amizades é maravilhoso, todavia, segregar pessoas em prol de amizades é que – além de ser um erro estratégico – é um erro crasso no trabalho.
Muitas pessoas vivem em verdadeiros feudos dentro do trabalho. Conversam apenas com seus feudos, querem saber do trabalho apenas do seu feudo e esquecem que a empresa é uma só. A própria empresa, ao perceber tal atitude, nada faz de agregador e contribui para esta triste realidade se perpetuar.
Seminários de integração, reuniões com toda equipe, enfim, promover que todas as pessoas do escritório se conheçam é essencial.
Ao conhecer uma outra pessoa criamos empatia e no mínimo queremos ela bem. Isto fará com que nenhum funcionário queira prejudicar outro (pelo menos no início), dando mais harmonia e satisfação a todos.
Ter amigos, cultivar boas relações é salutar e pode ser uma excelente fonte de negócios.
Nos negócios
Se você é bem sucedido nos negócios certamente você tem bons amigos e boas relações/contatos. No universo corporativo atual, negócios são feitos conforme as relações que temos ou que podemos atingir.
A ideia do tipo orkut: Quem você conhece? Do facebook de integrar todos em grupos de amigos e do próprio Google + com seus círculos de relacionamentos são um resumo daquilo que na vida real presenciamos: Vivemos em prol de nossos amigos, conhecidos, colegas, parceiros de negócios.
Você pode achar isto um problema, mas não precisa ser. Nem todo parceiro de negócio é amigo, mas todo amigo pode / poderia / deveria ser um parceiro de negócios.
Porque?
Porque temos confiança, respeito, amizade, porque não dividir negócios, dinheiro e crescimento profissional?
Não precisamos acabar com a amizade para fazer negócios juntos. Mas, precisamos ter mais cautela quando somos amigos, pois na hora do erro, do vacilo, temos que cobrar como se fosse um parceiro de negócios e não deixar passar porque é nosso amigo.
Podemos ter amigos no trabalho e nos negócios?
Óbvio! Precisamos é de cautela e visão para que amigos sejam amigos e negócios sejam negócios!
Texto extraído do site administradores.com.br
quinta-feira, 23 de junho de 2011
MEDICAMENTOS PSICOATIVOS INIBEM CONFLITOS SOCIAIS
Os antidepressivos são a primeira linha no tratamento contra a depressão. As vendas anuais de antidepressivos são de aproximadamente 50 bilhões de dólares, tornando essa classe de medicamentos uma das mais prescritas atualmente.
Antidepressivos e ansiolíticos são usados para superar conflitos emocionais e aumentar os limites do corpo diante dos problemas cotidianos. Mas, segundo a tese de doutorado de Reginaldo Teixeira Mendonça da Universidade de São Paulo (USP), o uso dessas drogas tem, inicialmente, a finalidade de auxiliar nos confrontos emocionais, o que acaba impossibilitando o diálogo, fazendo com que os conflitos sejam ignorados - em vez de resolvidos. “As relações sociais são pautadas pelos medicamentos, e essa tendência pode ser produtora de um silêncio que impede a pessoa de encarar qualquer mudança em relação a sua vida”, afirma. Entre os homens, observou-se que essas drogas são usadas principalmente para superar os limites do corpo (dormir menos, trabalhar mais), na tentativa de se manterem como provedores da família. A pesquisa recebeu o Prêmio Nacional de Incentivo á Promoção do Uso Nacional de Medicamentos de 2009, concedido pelo Ministério da Saúde.
Fonte: Revista mente e cérebro
TEXTO ENVIADO PELA COLABORADORA ÉRIKA NÍNIVA PINTO
sexta-feira, 17 de junho de 2011
A IMPORTÂNCIA DO VÍNCULO MÃE-BEBÊ
Muito antes de seu nascimento e ainda no ambiente intra-uterino, tem início o desenvolvimento do vínculo entre a futura mamãe e seu bebê. A formação do vínculo não é imediata, pelo contrário, é gradativa e, portanto, necessita de tempo, compreensão e amor para que possa existir e funcionar adequadamente. É, também, fundamental para que possa compensar os momentos de preocupações e reveses emocionais maternos e que todos nós estamos sujeitos no cotidiano. O vínculo é de importância vital para o feto, pois precisa se sentir desejado e amado para propiciar a continuação harmoniosa e saudável de seu desenvolvimento. Na maternidade, a amamentação fortifica os vínculos afetivos. Segundo um estudo promovido pela Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, com a cooperação de outras universidades e institutos, revela como o hormônio da “confiança” é liberado no cérebro da mãe durante a amamentação promove uma maior ligação entre a mãe e o bebê, através de um processo bioquímico. A oxitocina - hormônio produzido no hipotálamo- promove os sentimentos de confiança e medo. A pesquisa indica que, em resposta à amamentação, neurônios especializados no cérebro da mãe desencadeiam explosões intensas de oxitocina, o que dá uma possível explicação para o forte sentimento de confiança.
(Fonte: Revista Ciência & Vida- Psiqué)
TEXTO ENVIADO PELA COLABORADORA ÉRIKA NÍNIVA PINTO
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